Homem destrói celular e joga na privada para ocultar provas sobre morte de indígena em MS

  • 16/06/2026
(Foto: Reprodução)
Moradores registraram o ataque no dia 16 de novembro de 2025. A Polícia Federal realizou, nesta terça-feira (16), a Operação Teko Porã II, segunda fase das investigações sobre o homicídio do indígena Guarani-Kaiowá Vicente Fernandes Vilhalva. Ele foi morto durante um conflito armado próximo à aldeia Pyelito Kue, em Iguatemi (MS), em 16 de novembro de 2025. Na época, moradores registraram o ataque à aldeia. Veja o vídeo acima. Durante a ação desta terça-feira, os policiais encontraram um celular com provas relacionadas ao caso destruído na caixa de descarga de um banheiro. Um homem foi preso em flagrante por suspeita de fraude processual. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MS no WhatsApp A operação dá continuidade ao trabalho iniciado em novembro de 2025, com a primeira fase da Operação Teko Porã, que buscou esclarecer as circunstâncias do crime e identificar os possíveis responsáveis. Nesta nova etapa, a Polícia Federal pretende reunir mais provas para avançar nas investigações e responsabilizar os envolvidos. Por determinação da Justiça Federal, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em um endereço ligado aos investigados. LEIA TAMBÉM: Indígena Guarani Kaiowá é morto, e quatro ficam feridos em ataque armado em MS Entenda o caso O indígena Vicente Fernandes Vilhalva, de 36 anos, foi morto com um tiro na testa, no dia 16 de novembro de 2025, na Terra Indígena (TI) Iguatemipeguá I. Outras quatro pessoas ficaram feridas, segundo a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A Funai informou que cerca de 20 pessoas armadas, vindas de uma fazenda, atacaram a comunidade, disparando por um período prolongado contra famílias e estruturas de moradia. A comunidade havia retomado, em outubro, uma área de fazenda situada na região da TI delimitada em 2013. Conforme o Conselho Indigenista Missionário (Cimi), no início de outubro de 2025, o povo Kaiowá e Guarani voltou a ocupar parte da Fazenda Cachoeira, localizada dentro da TI e próxima à aldeia Pyelito Kue. Desde 2015, o grupo ocupa 100 hectares da Fazenda Cambará, também situada em uma área delimitada oficialmente em 2013, com 41,5 mil hectares. Celular foi encontrado pela Polícia Federal durante as investigações. Polícia Federal Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

FONTE: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-do-sul/noticia/2026/06/16/homem-destroi-celular-e-joga-na-privada-para-ocultar-provas-sobre-morte-de-indigena-em-ms.ghtml


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