Debate do g1: candidatos ao Senado por MS discutem meio ambiente, segurança, violência contra a mulher e emprego
04/09/2026
(Foto: Reprodução) Assista à íntegra do debate com os candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul em 2026
O debate promovido pelo g1 nesta sexta-feira (4) entre candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul foi marcado por discussões sobre meio ambiente, combate ao crime organizado, transparência em emendas, violência contra mulher e geração de emprego. (veja íntegra do debate no vídeo acima).
Meio ambiente, segurança pública, emendas parlamentares, violência contra a mulher e relação entre os Poderes estiveram entre os principais temas do debate. Os candidatos também discutiram emprego, fim da escala 6x1, infraestrutura, reforma agrária e saúde. (veja, mais abaixo, vídeos de cada tema).
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Participaram do encontro Beto do Movimento (PSOL), Soraya (PSB), Valter da Comagran (PRD), Vander Loubet (PT). Também foram convidados Capitão Contar e Reinaldo Azambuja, ambos do PL. Ambos recusaram o convite.
Foram convidados os candidatos de partidos e federações com representação mínima de cinco parlamentares no Congresso, ou que alcançaram ao menos 5% de intenções de voto na última pesquisa Quaest.
Seis temas foram previamente definidos e comunicados às campanhas antes do debate. A ordem dos assuntos foi sorteada antes do início do encontro, bem como a posição das cadeiras durante o encontro e a ordem das considerações finais.
Os participantes tiveram 15 minutos de tempo de fala para administrar ao longo da discussão, com intervenções de até 1 minuto e 30 segundos por vez. Ao final, todos tiveram direito a um minuto para as considerações finais.
Confira o que falaram os candidatos sobre os temas estabelecidos:
Meio ambiente/Pantanal
Combate ao crime organizado
Transparência em emendas
Violência contra a mulher
Relação entre Judiciário, Legislativo e Executivo
Trabalho e emprego
Temas livres
Considerações finais
Primeiro tema: Meio ambiente/Pantanal
Candidatos ao Senado de MS respondem sobre meio ambiente e Pantanal
No primeiro tema, os candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul discutiram Meio ambiente e Pantanal. Entre os principais pontos abordados estiveram as queimadas, a preservação do bioma, a prevenção e fiscalização ambiental, a situação das comunidades indígenas e o acesso à água. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Soraya foi a primeira a falar. Ela destacou o aumento das queimadas no Pantanal e afirmou que 90 mil hectares foram queimados neste ano, quatro vezes mais que no mesmo período de 2025, segundo ela. Também citou emendas para ações no bioma e a destinação de R$ 53 milhões para levar água às comunidades indígenas Jaguapiru e Bororó, em Dourados.
Valter foi o segundo a pedir a fala. O candidato defendeu uma política para o Pantanal baseada em prevenção, fiscalização e incentivos. Ele propôs antecipar o envio de recursos de Brasília e manter ações permanentes antes do período de queimadas para reduzir os impactos sobre a população e o meio ambiente.
Beto do Movimento destacou a situação das comunidades indígenas, principalmente a Aldeia Bororó, em Dourados, onde, segundo ele, famílias ainda enfrentam problemas de acesso à água. Também defendeu a demarcação de terras indígenas, maior fiscalização ambiental e a redução do uso de produtos proibidos no Brasil.
Vander Loubet afirmou que o meio ambiente e o Pantanal estão entre suas prioridades no Senado. Ele destacou que Mato Grosso do Sul possui quatro biomas: Pantanal, Cerrado, Mata Atlântica e Chaco, e defendeu políticas de preservação para todos eles.
Vander Loubet afirmou que o meio ambiente e o Pantanal estão entre suas prioridades no Senado. Defendeu políticas de preservação para os quatro biomas de Mato Grosso do Sul, o fortalecimento da legislação contra crimes ambientais e citou sua atuação na mediação de um conflito sobre a legislação do Pantanal.
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Segundo tema: combate ao crime organizado
Candidatos ao Senado de MS respondem sobre crime organizado
No bloco sobre segurança, os candidatos discutiram o reforço da segurança nas fronteiras e o combate ao crime organizado. Entre as propostas apresentadas estiveram a integração das forças de segurança, o uso de inteligência, a valorização dos servidores e ações para impedir a entrada e a atuação de facções criminosas no estado. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Vander Loubet defendeu o reforço da segurança nas fronteiras de Mato Grosso do Sul e propôs a criação de uma Academia de Polícia do Mercosul para qualificar policiais brasileiros e paraguaios. Também destacou a integração das forças policiais e a valorização dos servidores da segurança pública.
Beto do Movimento afirmou que, por fazer fronteira com dois países, Mato Grosso do Sul precisa ter as fronteiras mais bem cuidadas. Também defendeu maior diálogo e aproximação entre autoridades e forças de segurança que atuam diretamente no combate ao crime organizado.
Soraya disse que a segurança é responsabilidade do governo estadual, mas avaliou que o Estado não está conseguindo dar conta da área. Defendeu o combate ao PCC e às demais facções criminosas, criticou a situação dos presídios e destacou a valorização dos servidores da segurança, com aumento do auxílio, atualmente de R$ 300, segundo ela.
Valter da Comagran defendeu que o combate ao crime comece antes de os criminosos atravessarem as fronteiras das cidades. Também propôs integrar a atuação da Receita Federal, Polícia Federal e demais forças de segurança, além de usar inteligência artificial no combate ao crime organizado e combater a corrupção dentro do setor público.
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Terceiro tema: transparência em emendas
Candidatos ao Senado de MS respondem sobre emendas
Na discussão sobre emendas parlamentares, os candidatos defenderam a manutenção dos recursos, mas destacaram a necessidade de transparência e fiscalização. Eles discutiram ainda o papel de parlamentares e prefeitos na definição e no acompanhamento da aplicação do dinheiro público. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Vander Loubet defendeu as emendas parlamentares e afirmou que, ao longo de seus seis mandatos, destinou recursos diretamente a municípios, instituições e universidades. Ele disse ser favorável ao modelo atual de controle e destacou a necessidade de identificar a origem e o destino dos recursos, além de permitir que a população acompanhe sua execução.
Soraya também se declarou favorável às emendas parlamentares e afirmou que elas ajudam a atender necessidades específicas dos municípios. Disse que destinou recursos aos 79 municípios de Mato Grosso do Sul e defendeu que os parlamentares acompanhem e fiscalizem a execução das verbas.
Valter da Comagran afirmou ser totalmente favorável às emendas parlamentares, mas defendeu transparência sobre quem indicou os recursos e onde serão aplicados. Também disse que as emendas não devem ser usadas como moeda de troca política e que os prefeitos devem participar da definição dos investimentos.
Beto do Movimento defendeu a manutenção das emendas para fortalecer municípios e comunidades que, segundo ele, não recebem recursos suficientes dos governos federal e estadual. Citou comunidades indígenas, quilombolas, assentamentos, cooperativas e grupos de mulheres produtoras rurais e defendeu maior fiscalização para garantir a aplicação correta das verbas.
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Quarto tema: combate à violência contra a mulher
Candidatos ao Senado de MS respondem sobre violência contra a mulher
Prevenção, atendimento às vítimas e ampliação da rede de proteção foram os principais pontos discutidos pelos candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul no bloco sobre violência contra a mulher. As propostas incluíram tratamento psicológico, novas delegacias, fortalecimento das Casas da Mulher Brasileira, uso de tecnologia para denúncias e maior fiscalização dos recursos destinados ao combate à violência. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Beto do Movimento afirmou que a violência contra a mulher também afeta os filhos das vítimas. Defendeu o incentivo ao tratamento psicológico como medida de enfrentamento ao problema e disse que essa é uma pauta que já defende.
Valter da Comagran defendeu ações de prevenção, principalmente em casos com registros de agressividade ou medidas protetivas. Propôs levar delegacias para cidades mais distantes e criar uma rede integrada de proteção, além de destacar os impactos do feminicídio sobre os filhos das vítimas.
Vander Loubet destacou a escolha de duas mulheres como suplentes como uma forma de contribuir para o combate ao feminicídio e à violência doméstica. Defendeu a união entre governo federal, Estado e municípios, o fortalecimento das Casas da Mulher Brasileira, a interiorização das ações e o uso de tecnologia para facilitar denúncias.
Soraya citou mulheres vítimas de feminicídio em Mato Grosso do Sul e afirmou que, como senadora, pode indicar emendas para ações de combate à violência. Disse ter destinado recursos para a implantação de 10 Salas Lilás, mas reconheceu que não acompanhou a aplicação. Também defendeu maior participação feminina no Senado e destacou sua atuação e a presença de mulheres em sua chapa.
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Quinto tema: relação entre Judiciário, Legislativo e Executivo
Candidatos ao Senado de MS respondem sobre relação entre poderes
A relação entre Executivo, Legislativo e Judiciário foi o centro da discussão entre os candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul. Eles defenderam a independência e o diálogo entre os poderes, mas divergiram sobre como enfrentar conflitos institucionais, fiscalizar autoridades e responsabilizar políticos e integrantes do Judiciário. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Beto do Movimento defendeu o diálogo e a harmonia entre os três poderes e criticou o que classificou como uma disputa ideológica crescente. Também apontou a corrupção como um dos principais problemas e defendeu que o Legislativo aja diante de parlamentares investigados. Para ele, a pacificação também depende da escolha dos eleitores.
Soraya afirmou que o Brasil vive uma crise grave na relação entre os três poderes e defendeu o respeito aos limites estabelecidos pela Constituição. Sobre pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), disse que o Senado tem competência para analisá-los, mas defendeu cautela, direito de defesa e contraditório.
Vander Loubet defendeu a autorregulação do Congresso Nacional e o respeito à independência entre Executivo, Legislativo e Judiciário. Também propôs um código de ética e conduta para o Judiciário e afirmou que integrantes dos três poderes devem ser responsabilizados por crimes, após a apuração dos fatos e com direito de defesa.
Valter da Comagran defendeu a independência e o diálogo entre os poderes, mas criticou o que considera uma postura passiva do Senado diante dos conflitos políticos e institucionais. Para ele, o Congresso deveria fiscalizar com mais firmeza o Executivo e acompanhar o funcionamento do Judiciário.
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Sexto tema: trabalho e emprego
Candidatos ao Senado de MS respondem sobre trabalho e emprego
Geração de empregos, qualificação profissional e mudanças na jornada de trabalho estiveram no centro da discussão entre os candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul. Eles defenderam investimentos na formação dos trabalhadores e apresentaram posições sobre o fim da escala 6x1, além de propostas para fortalecer diferentes setores da economia. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Soraya destacou o potencial de Mato Grosso do Sul para gerar empregos a partir do agronegócio e da logística, além de defender o fortalecimento da indústria, do comércio e dos serviços. Favorável ao fim da escala 6x1, propôs cinco dias de trabalho por dois de descanso e disse que é preciso avaliar os impactos para empregadores e setores da economia.
Vander Loubet defendeu o fim da escala 6x1 e destacou propostas de redução do Imposto de Renda e aumento da tributação sobre setores como bancos, bilionários e empresas de apostas. Também defendeu a qualificação profissional e o fortalecimento dos institutos federais para criar empregos mais qualificados e reduzir a dependência da agroexportação.
Valter da Comagran afirmou conhecer a realidade de trabalhadores e empregadores e defendeu que mudanças na jornada considerem as características de cada setor. Para gerar empregos, propôs ampliar a capacitação profissional, modernizar o ensino e criar programas específicos para jovens com autismo.
Beto do Movimento defendeu a qualificação profissional, a valorização dos trabalhadores e o fim da escala 6x1. Também destacou a agricultura familiar como fonte de emprego e renda e defendeu dois dias de descanso por semana, mas ressaltou a necessidade de medidas para ajudar empresas a absorver mudanças na jornada e nos custos trabalhistas.
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Tema livre
Candidatos ao Senado de MS escolhem o tema para debater
Desenvolvimento econômico, infraestrutura, saúde pública e reforma agrária foram os principais assuntos abordados pelos candidatos no bloco de tema livre. As falas passaram por rodovias e ferrovias, industrialização, geração de empregos, investimentos nos municípios, situação das estradas e atendimento pelo SUS. Veja a discussão sobre o tema no vídeo acima.
Valter da Comagran defendeu a ampliação e modernização de rodovias e ferrovias e a industrialização da produção local para gerar empregos e aumentar a renda. Também destacou a falta de investimentos nas regiões de fronteira e criticou o ritmo de desenvolvimento de Mato Grosso do Sul em comparação com Mato Grosso.
Vander Loubet destacou sua experiência política e atuação em negociações sobre demarcação de terras indígenas. Na infraestrutura, defendeu a retomada das ferrovias e a ampliação do transporte intermodal para melhorar o escoamento da produção, além de citar investimentos obtidos por meio de parceria com a Itaipu.
Beto do Movimento criticou problemas de infraestrutura em Campo Grande e no interior e destacou a situação de famílias que aguardam por lotes da reforma agrária. Também abordou a saúde pública, citando falta de medicamentos e médicos, a situação da Santa Casa e a necessidade de mais investimentos e fiscalização no setor.
Soraya escolheu falar sobre saúde e citou pesquisa que aponta o tema como a principal preocupação dos moradores de Mato Grosso do Sul. Ela destacou a situação da Santa Casa, defendeu apoio à instituição e pediu que a população acompanhe os dados disponíveis no Portal da Transparência.
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Considerações finais:
Loubet (PT):
Vander Loubet (PT), candidato ao Senado de MS, faz suas considerações finais
"Eu quero me dirigir a todos vocês depois desse debate se tiver oportunidade de avaliar, conhecer mais as nossas propostas, aquilo que nós temos compromisso e eu quero levar essa experiência que eu tenho na Câmara Federal lá para o Senado. Acho que o Senado precisa de pessoas experientes, com capacidade e trânsito de dialogar. Vocês sabem que conhecem minhas posições políticas, mas sabem que eu sou um homem de diálogo, que dialogo, que respeito quem pensa diferente. Eu que atendo todos os prefeitos, prefeitas, vereadoras, vereadoras, o governo de Estado, sem olhar a cor partidária, qual partido pertence. Nunca tratei nenhum representante eleito. Porque eu respeito a democracia, a democracia é fundamental que as pessoas que forem eleitas seja respeitada e sempre ajudei todos os municípios do nosso estado. Por isso eu quero ser senador, quero ser senador para a gente consolidar a bioceânica".
Valter da Comagran (PRD)
Valter da Comagran (PRD), candidato ao Senado de MS, faz suas considerações finais
"Aqui é Valtor da Comagran, candidato ao Senado pelo Mato Grosso do Sul com o número 258. Venho aqui pedir ao povo sul-mato-grossense a oportunidade de levar para Brasília a minha experiência como produtor rural, como empresário no Estado e como uma pessoa que conhece nosso Estado. Estaremos lá em Brasília com nossas portas abertas para os 79 prefeitos do Mato Grosso do Sul, independente de partido político após eleito, nós seremos o senador do Mato Grosso do Sul. Receberemos todo mundo, conversaremos e daremos prioridade àquilo que nós acharmos que é. Então vocês têm a oportunidade aí, agora dia 4 de outubro, de escolher pessoas diferentes, pessoas que estão chegando aqui para fazer a diferença. Procure a vida de cada um, porque é o que já fizeram nas suas vidas, né? Você tem transparência? Como é que é o seu passado? Do lado. O meu está aí, disponível para qualquer um de vocês. Cadidato, obrigado."
Beto do Movimento (PSOL)
Beto do Movimento (PSOL), candidato ao Senado de MS, faz suas considerações finais
"Eu sou Beto do Movimento, juntamente com a professora Elisângela de Dorados, com a Cátia Bastos, que é também ligada à Servidora da Saúde. Somos candidatos, minhas primeiras e segundas soplentes, nós somos candidatos com o número 500 e venho nesse momento pedir a toda a população, a todo mundo que já está ajudando, para toda a militância que está aí no interior, que vem andando voluntariamente, que acredita na construção desse projeto e também quero ser bem sincero numa coisa, aqui eu não venho para saber tudo, não trago toda essa experiência, pois nunca tive mandato. Então é a primeira vez que sou candidato numa eleição estadual e queremos construir um mandato junto com vocês, queremos construir um mandato, primeiro mandato participativo, um mandato onde as categorias se veem dentro, os sindicatos, os movimentos. Os movimentos sociais, os professores e todas as categorias de trabalhadores. Vem junto com nós, vamos construir."
Soraya (PSB)
Soraya (PSB), candidata ao Senado de MS, faz suas considerações finais
"Tem muito político que está aí há oito anos brigando por like, brigando por vaidade e por poder. Essa briga não resolve a sua vida. Essa briga não põe pão na tua mesa. A briga de verdade que eu tenho me envolvido é para te ajudar, pela sua saúde, pela segurança do Mato Grosso do Sul, por mais emprego e principalmente pela segurança da mulher. Eu quero também lembrar você que aqueles que se escondem hoje de você, neste momento que mais precisam do seu voto, o que vai acontecer depois? Eu, Bruno Miguel e Giana estamos juntos para conseguirmos fazer muito mais pelo Mato Grosso do Sul e trabalhar por você. Essa é a nossa briga. No dia 4 de outubro, vote Soraya 400."
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Candidatos ao Senado por Mato Grosso do Sul
José Câmara/g1
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